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Dracaena draco

Magnífica espécie de folhas verde-prateadas e copa singular com inúmeras brotações de tronco formando um efeito copa candelabro. É de crescimento lento, mas pode atingir o tamanho de uma grande árvore em centenas de anos. Pode der usada em vasos quando jovem ou no paisagismo como espécime isolado ou em grupos com devido espaçamento entre as Árvore dragão.

História: 

No mito Grego do Décimo primeiro trabalho de Hércules: As maças  de Hespérides, é citado Landon, o dragão de cem cabeças, guardião do jardim de Hespérides ( a ninfa filha de Atlas, o titã que sustenta a terra e o céu). Para cumprir seu designeo de buscar as três maças douradas do jardim, Hércules vence o duelo e mata Landon, e do sangue do dragão que se espalha pela terra nasceram assim as magníficas “Árvores Dragão”. Certamente a imagem da Dracaena draco inspira tais lendas, e o local onde o jardim foi citado, uma ilha além das montanhas Atlas (no Marrocos), indica realmente que a árvore é de fato a base desse mito. A rica e vermelha seiva da espécie, que sugere o sangue, com suas  propriedades místicas tem sido à séculos usadas em práticas de magia.
A espécie é endêmica das Ilhas Canárias, Madeira e Cabo Verde, sendo que poucos indivíduos ainda ocorrem em seu habitat, principalmente nas Ilhas de Tenerife e La Palma, crescendo na baixa e seca vegetação das montanhas rochosas de baixa altitude da ilha.
De crescimento extremamente lento, a Draco leva em média 10 anos para seu primeiro florescimento. Este florescimento é que causa a divisão de seu caule em vários outros, fato que acontece com a regularidade em média a cada 5-10 anos, e cria a magnífica multi dividida copa (dragão-de-cem-cabeças) tão característica em espécimes com várias décadas de idade. Talvez a árvore mais antiga  se econtra na cidade de La Orotava, em Tenerife. Localmente chamada de ‘ Milenar Árvore-do-dragão’, é dito que a espécime possui de 1500-3000 anos de idade. Mas especialistas dizem que ela não tem mais que 650 anos, baseado na quantidade de divisões que possui seu imenso caule de 20 metros de altura.
Antes dos Espanhóis chegarem as Canárias, uns cinco séculos atrás, os frutos da Dracaena draco eram alimento de um pássaro endêmico chamado Dodô, agora extinto. Parente dos pombos, era do tamanho de um peru e não era capaz de voar. Como dissipador natural da espécie, após sua extinção o número de dracos naturais entrou em declínio, ficando rara sua ocorrência.
A sobrevivência da Árvore dragão, foi no entanto garantida pelos antigos nativos da ilha, os Guanches. Eles preparavam da seiva das árvores quebradas o ‘sangue do dragão’ usado no processo de mumificação. Desde tempos atrás, tem se pensado que essa incomum substância possui várias propriedades mágicas e medicinais, e vem sendo usada em várias culturas pelo Mediterrâneo, Europa e África. Hoje o Sangue do dragão ainda é usado na produção de uma forte e brilhante cera para móveis.
Hoje em dia é comum o cultivo de Árvores dragão por toda Ilhas Canárias em jardins privados e hotéis como atração turística, não só por sua fama mas também pelo seu caráter único. Devido ao lento crescimento e dificuldade de produzir mudas, é ainda tida como um item de coleção botânica. 

Nome Científico:
Dracaena draco
Exigências climáticas:
Tropical ao Subtropical ameno
Porte:
altura – 6 - 20 metros - copa – 4 – 15 metros
Nome popular:
Árvore dragão, Draco
Exigências de luz:
Moderada, Alta
Crescimento:
Lento
Origem:
Ilhas Canárias, Madeira e Cabo Verde
Exigências nutricionais:
Moderada
Tolerância à seca:
Alta
Usos:
Vasos e paisagismo
Exigências quanto ao solo:
Adaptável, drenado
Tolerância ao sal:
Moderada

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Espécie no Paisagismo